CONCORRÊNCIA EM LINKS PATROCINADOS

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Para nós que trabalhamos, respiramos e comemos Links Patrocinados todos os dias, já podemos enxergar o rumo que os serviços de Links Patrocinados tem tomado nestes últimos cinco anos. O cenário não é dos mais animadores para os clientes que estão chegando agora, pois já perderam certamente a “calda do chocolate”.

Em 2004 uma campanha modesta sobrevivia tranquilamente com uma centena de palavras-chave a um custo unitário de quinze centavos o clique saboreando a primeira fila na audiência dos buscadores. Atualmente, é possível ainda manter os quinze centavos se o cliente não fizer questão de uma posição invejável nos buscadores. Porém, se a meta é manter-se no topo, a prática demonstra que o excesso de novos entrantes gerou uma concorrência muito mais acirrada atualmente e manter-se no topo não é mais uma tendência para campanhas modestas e nem empresas de Links Patrocinados despreparadas.

Por outro lado, temos visto que clientes com muita verba disponível tem contratado empresas de Links Patrocinados com desejos ardentes pela queima rápida do dinheiro do cliente: isso significa que existem muitas palavras-chave compradas no mercado apontando para links que muitas vezes não possuem o produto ou serviço, fato este que é extremamente nocivo a livre concorrência e a qualidade e credibilidade dos Links Patrocinados.
Basta lembrar que o serviço começou com a premissa de “quem tem mais verba não garante a melhor posição do anúncio” mas o que temos visto é que dependendo do valor investido por dia, mesmo anúncios mentirosos tem avançado nitidamente em direção ao topo. Aqueles quinze centavos se transformaram em cinqüenta, sessenta… já não é mais surpresa ultrapassar um ou três reais!

O que podemos fazer contra esta concorrência desleal e predatória?
E quem disse que não existem caminhos para driblar esta tendência? Sim, existem caminhos. O Google faz sua parte eliminando palavras-chave que tenham pouca relevância para o anúncio. Já o profissional de SEM (Search Engine Marketing) vai precisar provar a que veio: desdobrar-se na qualidade do anúncio, provavelmente segmentando o que antes era um grupo de anúncios único em vários. Elitizar as palavras-chave em que a atenção realmente importa para o resultado da campanha. E mais: se quiser realmente o topo, terá de segmentar curtos espaços de tempo e regiões para a visibilidade daquele anúncio. Para completar, terá de optar pela função “acelerada” na configuração de Campanhas e eliminar a função “rede de conteúdo” afim de otimizar a verba do cliente.
Vai dar certo? Está dando, pelo menos pra nós. Por quanto tempo? Só o tempo dirá…

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